Angola foi seleccionada para integrar o novo índice de obrigações em moeda local da JPMorgan, o GBI-EM Edge, vocacionado para mercados de fronteira. O lançamento oficial da nova ferramenta de referência financeira deverá ocorrer antes do final deste mês.
A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa admite que o Executivo angolano enfrenta actualmente o desafio de definir prioridades de investimentos e garantir a prestação de serviços, num contexto em que cerca de 50 por cento do Orçamento Geral do estado (OGE-2026), é destinado ao pagamento da dívida pública. A governante que falava recentemente […] O conteúdo Executivo admite pressão da dívida pública sobre investimentos em Angola aparece primeiro em Correio da Kianda - Notícias de Angola .
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Governo quer aproveitar a "boleia" do JP Morgan, que está a criar um novo índice para dívida soberana de mercados emergentes, para atrair investidores estrangeiros. Mas ainda falta preparar o terreno para eliminar a burocracia que envolve a compra de títulos por não residentes.
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu hoje que Angola deve adoptar uma “consolidação orçamental proativa”, alertando que abrandou a implementação de reformas para fomentar o investimento estrangeiro, reduzir a dependência do petróleo e acelerar a diversificação económica. s economistas do FMI escreveram na avaliação feita ao país no seguimento do programa de ajustamento financeiro, que terminou em 2021, que “um ambiente externo favorável contribuiu para uma posição externa mais sólida e para o crescimento da actividade não petrolífera, para um melhor acesso aos mercados e para a descida da inflação;… The post FMI DIZ QUE O GOVERNO ESTÁ EM PONTO MORTO appeared first on Jornal Folha 8 .
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou Angola para a necessidade de consolidação orçamental, recomendando uma política monetária prudente e flexibilidade cambial para preservar a estabilidade macroeconómica, chamando a atenção para o abrandamento do ritmo das reformas económicas necessárias para reduzir a dependência do País em relação ao petróleo.
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O stock da dívida pública externa de Angola atingiu cerca de 52,8 mil milhões de dólares no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento homólogo de aproximadamente 7%, segundo dados estatísticos do Banco Nacional de Angola. Do total da dívida, cerca de 73,8%, correspondente a 38,96 mil milhões de dólares, é de natureza comercial. A […] O conteúdo Dívida externa de Angola cresce 7% e supera 52 mil milhões de dólares aparece primeiro em Correio da Kianda - Notícias de Angola .
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A Unidade de Gestão da Dívida (UGD) comunicou aos operadores uma redução de 2,5 pontos percentuais nas taxas de juro aplicadas aos Títulos do Tesouro no mercado primário, com maturidades de 4, 6 e 8 anos, de acordo com o boletim semanal publicado pelo BFA.
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Desde 2023, os défices acumulados já superaram os 12,0 biliões Kz. O Governo continua a "viver" acima das suas possibilidades, já que a arrecadação de impostos não dá para pagar as despesas, e não dá sinais de cortes significativos naquilo que gasta. Bem pelo contrário.
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A agência de notação financeira Standard & Poor's (S&P) manteve o 'rating' de Angola em B-, abaixo da recomendação de investimento ('lixo'), e a perspetiva estável. Os analistas consideram que as finanças públicas continuam a correr o risco de ficar aquém das metas, com aumento das despesas com subsídios aos combustíveis em 2026 e despesas elevadas previstas nas vésperas das eleições de 2027. Confirmados os ratings B- e B para Angola. O petróleo continua determinante: representa cerca de 14% do PIB, 92% das exportações de bens e mais de 40% das receitas fiscais. A S&P prevê preço do petróleo de 98 dólares por barril este ano (+42% face aos 69 dólares de 2025, +61% acima da previsão do Orçamento) e crescimento médio de 3,5% em 2026, abrandando para 2,7% entre 2027 e 2029. Angola terá de pagar 6,5 mil milhões de dólares de dívida este ano, 9,1 mil milhões em 2027 e 11 mil milhões em 2028, mas a S&P considera que o país conseguirá honrar os compromissos financeiros.
Apesar do forte endividamento registado no I semestre, a execução orçamental de áreas sociais críticas como a Educação ou a Saúde continua fraca, com execuções de 33% e 35%, respectivamente. Antevêem-se derrapagens em Defesa e Segurança e em bens e serviços, que em apenas 6 meses já executaram mais de 80% do orçamento previsto para 2026.
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O rendimento (yield) da obrigação soberana angolana em eurobonds, com maturidade fixada para Abril de 2032 e cupão de 8,750 por cento, situava-se, a 5 de Agosto último, em 8,12 por cento, de acordo com dados disponibilizados pela agência Bloomberg. O referido indicador, que traduz o custo suportado pelo Estado angolano para
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